Manifesto
Manifesto: por que eu construo (e ensino) vibecoding com engenharia
Não vendo mágica nem medo. Rodo empresas reais 100% em vibecoding — e acredito que IA é alavanca para quem tem método, não atalho para quem não sabe.
Eu rodo empresas inteiras com vibecoding. Não uma demo, não um protótipo — produtos reais, em produção, com clientes pagantes e dados sensíveis. E é justamente por isso que eu preciso te dizer uma coisa incômoda.
A forma como a maioria está usando IA para construir software é uma bomba-relógio.
Dois tipos de pessoas
Existem dois tipos de gente fazendo vibecoding hoje.
A primeira abre a IA, pede um sistema, aceita tudo o que aparece na tela e sobe para produção. Não lê o código. Não entende o que foi feito. Confunde velocidade com competência.
A segunda usa a mesma IA — mas como engenheiro. Lê cada parte antes de aceitar. Sabe onde os dados trafegam. Testa antes de confiar. Trata a IA como um júnior brilhante, não como um oráculo.
Eu sou o segundo tipo. E não por talento — por método.
No que eu acredito
Acredito que o problema nunca foi a IA. É o vibecoding às cegas: aceitar o que a máquina cospe sem entender.
Acredito que você não precisa ser um programador sênior para construir com IA de forma segura. Precisa de um processo — e processo se aprende.
Acredito que a prova vem antes do discurso. Por isso eu mostro o que construí, com nome e link, em vez de prometer.
E acredito que, daqui a pouco, saber operar IA com rigor não será diferencial — será o mínimo. Quem aprender agora larga na frente.
Por que eu ensino
Porque vejo gente boa com medo de IA por preconceito, e gente sem preparo colocando empresas em risco por excesso de confiança. Os dois extremos perdem.
Eu quero o meio com método: a velocidade da IA com a segurança da engenharia. É isso que eu construo todo dia — e é isso que eu ensino aqui.
Vibecoding não é atalho para quem não sabe o que está fazendo. É alavanca para quem tem método.
Se essa é a sua praia, fica por aqui. Vou te mostrar exatamente como eu faço.